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Ciência & Saúde

Cientistas assinam carta para que País de Gales não ensine o criacionismo nas escolas

“Nada na biologia faz sentido, exceto à luz da evolução”, dizem os 50 cientistas e entidades que assinam a carta enviada ao governo galês.

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Sala de Aula. (Photo by Feliphe Schiarolli on Unsplash)

Os principais cientistas do Reino Unido assinaram uma carta aberta para que o governo galês proíba o ensino do criacionismo como ciência nas escolas.

Entre os cientistas está um reverendo anglicano Michael Reiss, professor que atuou como sacerdote da Igreja da Inglaterra até se tornar um líder bioético.

A carta foi organizada pela Humanists UK e expressa preocupação com o esboço do currículo nacional do governo galês, que não proíbe explicitamente o ensino do criacionismo como ciência nas escolas.

Isso contrasta com a Inglaterra, onde o criacionismo não pode ser ensinado como ciência, e a evolução faz parte do currículo nacional das escolas primárias.

Entre os signatários desta carta está nomes consagrados como Sir David Attenborough, a British Science Association, a Association for Science Education e a Campaign for Science and Engineering. E

A carta diz: “Nada na biologia faz sentido, exceto à luz da evolução. É um conceito fundamental que descreve e explica o desenvolvimento da diversidade da vida no planeta. Os alunos devem ser apresentados a ele cedo – certamente no nível primário”.

No País de Gales a faixa etária que tem acesso a este tipo de material é entre os 14 e 15 anos e os cientistas querem que as crianças menores comecem a aprender sobre a teoria de Darwin.

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