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Sociedade

Catedral da Sé é pichada em ato contra projeto que dificulta aborto

Voluntários católicos se mobilizaram e limparam as pichações e uma empresa de restauração foi contratada

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Na última sexta-feira (30) grupos abortistas protestaram em São Paulo contra o projeto de lei 5069 que “tipifica como crime contra a vida o anúncio de meio abortivo e prevê penas específicas para quem induz a gestante à prática de aborto”.

No final do ato a Catedral da Sé, localizada no Centro da cidade, estava com portas e paredes pichados com frases pró-aborto e contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), que é o autor do projeto de lei.

Os manifestantes escreveram frases como “útero livre”, “tire seus rosários de meus ovários”, “ventre livre”, “Cunha não” e outras.

Os padres que administram a Catedral escreveram uma nota de repúdio criticando as pichações e registraram o caso no 8º Distrito Policial de São Paulo, no Brás.

“Desejamos que atos como esse não venham a se repetir para que sejam preservados não só o direito de expressão mas também o respeito ao patrimônio da população”, diz trecho da nota.

A igreja contou com o apoio de voluntários que no domingo (1º) foram até a Catedral tentar remover as pichações. Jovens católicos se reuniram pelas redes sociais para limpar as frases e símbolos deixados pelos grupos abortistas.

A igreja precisou contratar uma empresa especializada em restauro para poder remover a tinta que acabou se infiltrando nas paredes.

Os padres que administraram a Catedral da Sé receberam fotografias e vídeos de quem participou do protesto e depredou a igreja e encaminharam essas imagens para a Polícia. A Arquidiocese pretende acionar a Promotoria de Patrimônio, do Ministério Público Estadual. Com informações UOL



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