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estudos bíblicos

“Cantai ao Senhor!”

O Cristianismo é a única religião que canta canções de alegria.

José Brissos-Lino

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Jovens em louvor e adoração. (Foto: Hannah Busing / Unsplash)

O Salmo 96:1-3 exorta os homens e mulheres de a cantar louvores a Deus.

O povo do Senhor é um povo que canta. Desde o Antigo Israel até à eternidade. Em diversas situações, positivas e negativas. Cânticos de vitória, de libertação, de louvor e gratidão, de confiança, mas também do exílio, de apostasia, de tristeza e de paixão. Mas o cristianismo é a única religião que canta canções de alegria, porque Jesus está vivo!
Vejamos alguns cânticos menos conhecidos de que a Bíblia nos fala:

O cântico rejeitado

(Amós 5:21-24): “Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembleias solenes não me exalarão bom cheiro. E ainda que me ofereçais holocaustos, ofertas de alimentos, não me agradarei delas; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais gordos. Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas. Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça como o ribeiro impetuoso”.

A casa de Israel vivia em apostasia, cultuando o deus Moloque (um deus de origem fenícia que era adorado pelos amonitas, a leste do Jordão, ao qual se sacrificavam crianças).
Isto devia fazer-nos pensar na adoração que estamos a trazer a Deus: genuína ou falsa?

O cântico não cantado

No exílio da Babilónia (Salmo 137): “Junto aos rios da Babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião. Sobre os salgueiros que há no meio dela, penduramos as nossas harpas. Pois lá aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos uma das canções de Sião. Como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha?” (Salmo 137:1-4).

Por vezes temos dificuldade em louvar, mas esse é o caminho da vitória. Chorar porque nos sentimos longe não é solução!

O cancioneiro hebraico

Livro dos Salmos (Salmo 23:1): “O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará”; (24:9): “Levantai, ó portas, as vossas cabeças, levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória;” (1:1): “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores;”

E agora, em contexto de pandemia: (91:2-7): “Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei. Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa. Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel. Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia. Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia. Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.”

Os Salmos eram poemas musicados e destinavam-se a ser cantados no templo em Jerusalém. Alguns chamam-se mesmo “cânticos dos degraus”, por serem pensados para a liturgia do culto judaico. Normalmente falam de estados de alma, por isso são tão inspiradores para a generalidade dos cristãos.

O Cântico dos Cânticos, ou Cantares de Salomão

Paixão entre um homem e uma mulher (Cânticos de Salomão 8:6): “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas.”

A última canção de Jesus

(Marcos 14:26): “E, tendo cantado o hino, saíram para o Monte das Oliveiras”. Jesus encerrou a Última Ceia cantando um hino com os discípulos.

Os cânticos da igreja primitiva

(Efésios 5:19): “Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração.” A igreja do I séc. cantava louvores a Deus.

O cântico do Cordeiro

OS fiéis cantarão na Eternidade (Apocalipse 15:3,4): “E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos. Quem te não temerá, ó Senhor, e não magnificará o teu nome? Porque só tu és santo; por isso todas as nações virão, e se prostrarão diante de ti, porque os teus juízos são manifestos.”

O que nos dizem todos estes cânticos? Que são uma expressão da nossa alma. O povo de Deus cantava, a igreja primitiva cantava, Jesus cantou, e nós também cantamos, até à eternidade.

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Nasceu em Lisboa (1954), é casado, tem dois filhos e um neto. Doutorado em Psicologia, Especialista em Ética e em Ciência das Religiões, é director do Mestrado em Ciência das Religiões na Universidade Lusófona, em Lisboa, coordenador do Instituto de Cristianismo Contemporâneo e investigador.

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