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Política

Bolsonaros querem consolidar luta anticomunista na América Latina

“Nosso país deixará de ser a galinha dos ovos de ouro [de ditaduras]”, prometeu presidente eleito

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Durante a “Cúpula Conservadora das Américas”, realizada este final de semana em Foz do Iguaçu (PR), o presidente eleito Jair Bolsonaro fez um pronunciamento onde se comprometeu a “consolidar” na América Latina a “nova linha política” e a somar esforços para combater o comunismo na região.

O futuro presidente do país se manifestou em uma mensagem transmitida ao vivo no evento idealizado pelo deputado Eduardo Bolsonaro, que reuniu representantes de dez países da região. O tom da Cúpula foi marcar posição como a antítese do Foro de São Paulo.

Lembrando que desde os anos 1970, ainda como militar, se opõe ao comunismo. Na transmissão, Bolsonaro, que estava no Rio de Janeiro, lembrou que “todos na América Latina sabem quais são as consequências da esquerda”, citando Cuba como “o exemplo mais claro”, e acrescentando que “o país que mais se aproxima dessa realidade é a Venezuela”.

Em sua mensagem, Bolsonaro encorajou todos os conservadores da América Latina “a não desistir, a não perder a esperança e a manter viva a chama da liberdade”, conclamando-os a travar “uma luta ampla pela liberdade, pela democracia e pelo livre-comércio”.

Durante a conferência, Eduardo Bolsonaro chegou a sugerir que o Brasil seja sede de um tribunal para julgamento das ditaduras “de Venezuela, Cuba e Nicarágua”.

Neste domingo, o presidente eleito usou seu perfil no Twitter para falar novamente sobre o assunto. “Nosso país deixará de ser a galinha dos ovos de ouro [das ditaduras] e voltará a colocar os interesses e valores dos brasileiros no topo”, garantiu, numa referência ao envio de dinheiro do Brasil para países de governo declaradamente comunista.

Assista ao pronunciamento:



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