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Política

“Bolsonaro mudará a embaixada no momento oportuno”, garante Marco Feliciano

Deputado cita a Bíblia, ressaltando que “há tempo pra tudo”

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Marco Feliciano
Marco Feliciano. (Foto: Jose Cruz/ABr)
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O presidente Jair Bolsonaro retorna para o Brasil nesta quarta-feira, mas sua passagem por Israel ficou marcada por vários momentos históricos. Ele visitou o Muro das Lamentações ao lado do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e chegou a assinar um apoio à construção do Terceiro Templo.

Esta proximidade com o Estado Judeu é bastante diferente do que propunha a política externa brasileira nas últimas décadas. As declarações do capitão animaram, sobretudo, os cristãos que entendem haver um preceito bíblico que garante bênçãos aos que apoiam Israel.

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Um deles é o deputado federal Marco Feliciano (Pode/SP), que diz não ter “dúvida nenhuma de que o Presidente Bolsonaro, no momento oportuno, anunciará a mudança da Embaixada para Jerusalém”.

Falando ao Gospel Prime, ele cita a Bíblia para justificar sua confiança. “Existem acordos pelos quais se espera o momento propício, sem necessidade de reivindicações diárias. A Bíblia nos ensina que existe tempo para tudo”, assevera.

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Embora alguns membros da bancada evangélica digam estar frustrados pela opção do presidente em abrir apenas um “escritório de negócios”, Feliciano entende que este foi um passo importante.

Ao contrário do que tem sido veiculado, Feliciano entende que não há cobrança dos evangélicos, nem uma frustração geral, como a grande mídia tem publicado. Também avalia que não haverá um boicote árabe aos produtos brasileiros, como não houve com os EUA após o anúncio de Donald Trump.

Ele antevê o que deve acontecer num futuro próximo.

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“Com a decisão de mudança da nossa embaixada em Israel pra Jerusalém, acontecerá o esperado. Nosso governo dará demonstração de isenção e suas decisões deverão ser acatadas pela diplomacia internacional”, avalia. “Se alguns países árabes cancelarem contratos já firmados, procuremos novos mercados. Afinal, temos proteínas de sobra, mandadas por Deus, e o mundo tem fome”, contemporiza.

Indagado pela imprensa dos motivos de não ter anunciado a mudança, como prometeu em sua campanha, o líder do Executivo lembrou que seu mandato vai “até 2022” e em momento algum descartou a possibilidade.




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