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Sociedade

Bolsonaro comenta caso Rhuan e fala em prisão perpétua

Menino levou 12 facadas e foi degolado vivo, mas teve o pênis decepado um ano antes.

Michael Caceres

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Jair Bolsonaro. (Foto: Carolina Antunes/PR)
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O presidente Jair Messias Bolsonaro (PSL) usou suas redes sociais para comentar nesta terça-feira (18) o caso do menino Rhuan, de 9 anos, que foi assassinado pela mãe e pela sua parceira lésbica após ter tido o pênis decepado. Ele lamentou o crime e o fato de a Constituição brasileira não permitir a “prisão perpétua”.

“O chocante caso do menino Rhuan, que teve seu órgão genital decepado e foi esquartejado pela própria mãe e sua parceira, é um dos muitos crimes cruéis que ocorrem no Brasil e que nos faz pensar que, infelizmente, nossa Constituição não permite prisão perpétua”, comentou.

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A barbárie envolvendo o menino de 9 anos foi ignorada pela grande mídia, mas teve sua repercussão garantida nas redes sociais. Laudo sobre o crime revelou que Rhuan levou 12 facadas e foi decapitado vivo, como também teve o corpo queimado na tentativa de esconder o crime.

No Facebook, o comentário do presidente da República ganhou reação imediata, sendo que muitos sugeriram um plebiscito para saber se a população é a favor de penas mais duras, como a pena de morte. Muitos usuários acreditam que devido a gravidade do crime, as autoras deveriam ser condenadas a pena capital.

Os relatos chocantes sobre o crime também revelaram que as mulheres obrigavam o menino a manter relações sexuais com a irmã de criação, de 8 anos. Além disso, as crianças sofriam maus tratos e viviam sob cárcere privado, sem poder ir a escola ou se relacionar com outras crianças.

A Polícia Civil apurou que ao todo foram 12 golpes de faca, desferidos por Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos, sua própria mãe. Após a primeira facada no peito, o menino ainda teria se levantado e ficado de joelhos ao lado da cama, quando foi atacado brutalmente por seguidos golpes. O crime teria acontecido no dia 31 de maio.

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