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Bloqueadores de puberdade em crianças “trans” atrapalham o crescimento ósseo

A descoberta foi feita quando as crianças completam o bloqueio químico da puberdade.

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Danni
Danni, de três anos, submetido a tratamento (Foto: Reprodução/Facebook)

Uma pesquisa publicada pela PLOS One revelou que a chamada “medicina transgênero” pode prejudicar o desenvolvimento de crianças, como é o caso dos bloqueadores de puberdade, que retardam o crescimento ósseo daqueles que são submetidos ao tratamento.

O estudo “Resultados de curto prazo da supressão da puberdade em uma coorte selecionada de jovens de 12 a 15 anos com disforia de gênero persistente no Reino Unido”, publicado na semana passada, descobriu que os bloqueadores de puberdade não aliviam o sofrimento psicológico deste tipo de pessoa.

De acordo com o estudo, que acompanhou 44 crianças submetidas ao tratamento experimental na única clínica que trata sobre isso no Reino Unido, os pesquisadores descobriram “redução do crescimento” tanto na altura quanto na resistência óssea.

A descoberta foi feita quando as crianças completam o bloqueio químico da puberdade, aos 16 anos, demonstrando alguns dos problemas físicos que pode causar este tipo de ação agressiva contra o desenvolvimento natural do corpo humano.

“Em ambos os casos (altura e resistência óssea) houve algum crescimento, mas menos do que o esperado durante aqueles anos sem supressão hormonal”, afirma o artigo, publicado nove anos após o início da pesquisa.

A conclusão do estudo acontece em meio a uma visibilidade cada vez maior sobre políticas e legislações relacionadas a questões de gênero, enquanto ativistas trans afirmam que as drogas são um mero “botão de pausa” para permitir que as crianças tenham mais tempo de decidir sobre a transição.

Para o Dr. Michael Biggs, da Universidade de Oxford, que criticou a metodologia do estudo, disse ter achado “surpreendente” que os jovens que foram rastreados não experimentaram nenhuma melhora na questão psicológica.  

“Esperávamos uma grande resposta positiva ao placebo, já que essas crianças e seus pais estavam desesperados para obter os medicamentos”, disse ele, conforme relatado no UK Times.

Em 3 de fevereiro, quando comentou sobre o estudo, Biggs explicou que “é difícil conciliar esse achado com a afirmação dos autores de que ‘a supressão puberal pode ser um tratamento em si mesmo e também uma etapa intermediária na uma via de tratamento mais longa”.

“Considerada um tratamento autônomo, a supressão da puberdade com GnRHa pode ser o único tratamento oferecido pelo SUS para o qual não há evidências objetivas de que os benefícios superam os riscos – como os próprios autores admitiram em seu plano estatístico”, continuou.

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