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Internacional

Bispa da Suécia diz que tem “mais em comum com muçulmanos do que cristãos de direita”

Igreja da Suécia, ligada à Igreja Luterana, tem aberto suas portas para que muçulmanos possam fazer suas orações

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Eva Brunne. (Foto: Breitbart)

A bispa Eva Brunne, da Igreja da Suécia em Estocolmo, declarou recentemente que se identifica mais com muçulmanos do que com cristãos conservadores. Ela é conhecida por ser a primeira bispa lésbica daquela denominação.

Brunne diz, de acordo com a CBN News, que acredita que os muçulmanos e cristãos rezem para o mesmo Deus, se mostrou favorável à remoção de cruzes das igrejas para que os muçulmanos não se sintam ofendidos e ainda pediu que as igrejas façam marcações para mostrar a direção de Meca, para que os muçulmanos possam fazer suas orações virados para ela.

A Igreja Sueca (um berço da Igreja Luterana) tem aberto suas portas para que muçulmanos possam fazer suas orações nos templos. Em novembro do ano passado uma reunião entre os clérigos rejeitou uma moção que tentava proibir que os espaços cristãos fossem ocupados pelos muçulmanos.

Ao mesmo tempo que a liderança flerta com os muçulmanos dizendo que dar esse espaço a eles é “uma oportunidade incrível” para que mais pessoas “encontrem o amor de Alá”, o número de fiéis da Igreja da Suécia cai.

Um relatório divulgado no ano passado, mostra que a denominação perderá cerca de 1 milhão de fiéis nos próximos dez anos. A queda de membros tem prejudicado a arrecadação, em fevereiro do ano passado a direção pensava até em vender uma paróquia e a residência paroquial por não conseguir manter os custos da igreja.

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