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Política

Bancada evangélica deseja indicar ministro do STF e da PGR

Nome de Guilherme Schelb seria o preferido para cargo de procurador-geral da República

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Ato profético na culto da Bancada Evangélica
Ato profético na culto da Bancada Evangélica. (Foto: Gospel Prime)
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Durante um culto recente da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) no plenário 6 da Câmara dos Deputados, abordou-se a votação no Supremo Tribunal Federal, que poderá criminalizar a homofobia. A maioria das lideranças evangélicas do país são contrárias, entendendo que a decisão pode fazer com que pastores sejam presos caso se manifestem publicamente contra as relações de pessoas do mesmo sexo.

A força da chamada “bancada evangélica” não é desprezível. Com cerca de 90 membros, perfaz quase um quinto da Câmara dos Deputados. Além disso, conta com seis senadores.

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O grupo suprapartidário reúne parlamentares de 20 denominações. Segundo um levantamento recente, as principais são Assembleia de Deus (26 deputados), em seguida vem a Universal (17), enquanto 10 são batistas.

A grande maioria da bancada apoiou a eleição de Jair Bolsonaro. Contudo, viram frustrados seus esforços para indicar ministros.

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A escolha dos que se identificam como evangélicos – Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) e André de Almeida Mendonça (Advocacia-Geral da União) – seguiu critérios pessoais do presidente.

Nomes preferenciais

Segundo a revista Época, a FPE fará movimentos estratégicos e seu objetivo é influenciar na indicação dos próximos ministros do STF. Até o final do seu mandato, Bolsonaro deverá indicar os substitutos de Celso de Mello – completa 75 anos em novembro de 2020 – e de Marco Aurélio Mello, que atinge a idade compulsória de aposentadoria em julho do ano seguinte.

“Infelizmente, há precedentes do STF de invadir competências do Legislativo e legislar em nosso lugar”, declarou o deputado João Campos (PRB/GO), ex-presidente e uma das lideranças mais fortes do bloco. Contudo, os parlamentares não falam abertamente sobre quem seria o nome de consenso da bancada para uma possível indicação.

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O procurador Guilherme Schelb, ligado a Silas Malafaia, é tratado como o nome mais forte para a indicação ao Ministério Público. Lincoln Portela (PRB/MG), atual presidente da bancada anima-se com a possibilidade: “Ele conversa, interage conosco plenamente. É pessoa de fácil acesso. É excelente no trato. O diálogo é permanente”.

Bolsonaro indicará o substituto de Raquel Dodge em setembro deste ano. Ele já sinalizou que não deverá seguir a lista tríplice apresentada pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República). Também evangélico, Deltan Dallagnol, até recentemente visto como favorito, já disse que não deseja concorrer ao cargo.




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