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Internacional

Ativista é multado em US$ 870.000 por denunciar venda de bebês abortados

Médicos usavam métodos abortivos para que os bebês nascessem vivos e assim pudessem vender seus corpos para pesquisa.

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Aborto
Aborto. (Foto: Claudio Reyes/Getty Images)

Os ativistas pró-vida David Daleiden e Sandra Merritt,juntamente com outras pessoas, foram condenados por um júri da Califórnia a pagar US$ 870.000 pelos supostos danos causados ao negócio de aborto da Planned Parenthood, após expor relatórios secretos que expunha vendas ilegais de órgãos de bebês abortados em todo o país.

Os advogados de Daleiden e Sandra ainda podem recorrer contra a condenação, que os acusa de mais de doze crimes, incluindo invasão de propriedades, quebra de confidencialidade, escutas telefônicas e conspiração. Eles também respondem a um processo criminal iniciado pelo ex-procurador-geral da Califórnia Kamala Harris.

Segundo a Life News, o júri condenou os ativistas a pagarem a multa pelos danos causados à empresa de aborto,supostamente por prejudicar a imagem ao gravar vídeos expondo a prática da Planned Parenthood. Para Dalleiden a decisão foi injusta.

“Enquanto as principais testemunhas da Planned Parenthood passaram seis semanas testemunhando sob juramento que os vídeos secretos são verdadeiros e a  Planned Parenthood vendia órgãos fetais, um juiz tendencioso com laços próximos da Planned Parenthood passou seis semanas tentando influenciar o júri”, afirmou ele.

O juiz Wlliam Orrick, responsável por conduzir o caso, é acusado de ligação com a empresa de abortos. Ele conduziu o processo em um mês, condenando Daleiden, Sandra e outras pessoas do Center for Medical Progress, por divulgar vídeos secretos da Planned Parenthood.

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