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Política

Assessor de Bolsonaro diz que “Coringa” retrata “consequências do mundo sem Deus”

Filipe G. Martins também apontou semelhança com ideologias de esquerda.

Michael Caceres

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Joaquin Phoenix interpretando Coringa. (Foto: Divulgação)

Em cartaz nos cinemas, o filme Coringa tem levantado muitos debates por conta da abordagem violenta sobra a origem do personagem, que é um dos vilões mais conhecidos do universo da DC Comics.

Para Filipe G. Martins, assessor especial do presidente da República para assuntos internacionais, o filme demonstra o que a ideologia esquerdista é capaz de provocar em uma “mente perturbada”.

“É uma demonstração do que a anomia social e o ressentimento esquerdista podem fazer com uma mente perturbada”, comentou no Twitter.

Ele também apontou o filme como “um retrato desesperador das consequências do mundo sem Deus, sem propósito, sem transcendência e sem redenção” escreveu.

O filme dirigido por Todd Phillips explica a transformação do palhaço Arthur Fleck no vilão Coringa, apontando a sociedade como culpada, pois retrata os maus tratos sofridos por ele, antes de se voltar para o mal.

Em um discurso em um programa de TV, o personagem diz que ele se tornou alguém perturbado por se sentir como uma vítima social, semelhante ao que é reproduzido pela esquerda.

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