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Mundo Cristão

Após sonhos e visões, mulher sente que é curada durante cirurgia

“Nós tivemos uma prova do amor e do cuidado de Deus através da manifestação de um grande milagre”

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Maria Concebida

Maria Concebida, uma pastora, descobriu que tinha um tumor no cérebro, em agosto de 2017. Após ter sonhos e visões, ela sabia que não iria morrer. Depois da cirurgia de alto risco, em estado complicado, ela sentiu que foi curada.

No programa “Noite e Cia” da Rede Super, a pastora e seu único filho, Felipe Rocha, testemunharam dando vários detalhes sobre o ocorrido. “Nós tivemos, mais uma vez, uma prova do amor e do cuidado de Deus através da manifestação de um grande milagre”, disse Felipe.

O filho conta que a experiência é ainda mais marcante quando se vive, do que quando se ouve falar. “Quando acontece com você é diferente, a experiência que ‘você vive’ é diferente. E com a minha mãe foi bem assim”. Reconhecida pela sua “alegria, espontaneidade, risada alta e por todo seu zelo em servir a Deus”, como Felipe especifica, foi notável a mudança que se viu após os primeiros sinais da doença.

Quando a notícia chegou

“Eu e meu pai nos deparamos com ela muito entristecida. Parou de rir, parou de falar, ficou muito sonolenta. Um dia ela foi esquentar um café, esqueceu a água no fogo e foi deitar”, disse Felipe. Ele explica que esse foi o momento em que a família percebeu que havia algo errado.

Mas ao levá-la em alguns médicos, eles insistiam que eram sintomas de depressão, mesmo depois de vômitos e desmaios. Até que, pela insistência de Felipe, uma médica decidiu pedir uma tomografia. Um tumor grande foi identificado e Maria foi internada no mesmo dia.

“Eles não me disseram nada, mas lá no fundo eu sabia que havia algo de muito errado, porque eu já tinha tido uma visão nove meses antes, mas eu pensava que era algo com a congregação ou com a liderança”, revela a pastora.

Sonhos e visões

Maria teve visões da meia noite às seis. “Eu ajoelhei para orar, vi um gato na janela e senti medo dele, por isso queria fechar a janela. E Deus falou comigo ‘não é um gato, é um demônio, e eu sou teu Deus, não feche a janela”, ela lembra.

Após se deitar ela teve visões. “Passei por quatro quartos de parede azul clara e uma parede mais escura. E foram os quartos onde eu estive internada”, ela revela dando mais alguns detalhes sobre os móveis.

Maria conta que acordou novamente às 3 horas da manhã e o gato ainda estava lá. “Eu deitei e a visão continuou. Então eu vi um oceano, a coisa mais linda e milhares de pessoas ali dentro, com as mãos erguidas e eu disse ‘oh Deus, não morreu ninguém?’ e Deus me disse ‘filha, eu sou o sol da justiça’. No outro dia, acordei, e continuei tendo sonhos”, revela.

Entre sonhos e visões, Maria conta que Deus a mandou ler o salmo 40. Depois disso ela foi internada e permaneceu 19 dias no hospital.

Fé e esperança

O filho conta que os médicos não estavam otimistas. O tumor que media 12 x 9 cm, já estava ocupando em torno de 40% do cérebro. Ao perguntar ao médico se existia alguma possibilidade de cura, ele respondeu: “Nós não trabalhamos com essa palavra ‘cura’ porque pela medicina podemos ficar livre dele hoje (referindo-se ao câncer) mas ele pode voltar”.

Pela medicina não havia muita chance de sobrevivência. Fora isso, o médico explicou sobre a complexidade do procedimento cirúrgico que duraria em torno de 12 horas e que seria realizado por três especialistas.

Entre a medicina e o milagre

Maria manteve sua fé em Deus e continuou tendo visões. Ao despertar às 3 horas da madrugada, seu horário de oração, ela relatou o que ouviu um versículo bíblico: “Acordei com essa voz gritando no meu quarto e aquele versículo gravou na minha mente. Então eu levantei, fui pra minha sala de oração e li a Bíblia”, disse ela.

Segundo a pastora, a voz estava indicando o texto em Isaías 51.10 “Não foste tu que secaste o mar, as águas do grande abismo, que fizeste uma estrada nas profundezas do mar para que os redimidos pudessem atravessar?”

“E eu falei: Glória a Deus! Aleluia! Louvado seja Deus!”, contou. E conforme a pastora, no dia da cirurgia ela ouviu a última voz ‘filha, Zacarias 9.12’. “E quando eu cheguei no quarto eu sabia que não ia morrer”, cita.

Quando o milagre acontece

O filho disse que ofereceu à mãe tudo o que ela mesma plantou nele durante a vida – oração e intercessão. A cirurgia que duraria 12 horas foi concluída em 4. De acordo com os médicos ela sairia da cirurgia entubada e poderia ter grandes sequelas.

“Mas quando as portas se abriram e a maca passou eu só vi minha mãe dizendo ‘ei filho!’. Ela não saiu entubada e saiu de lá falando”, ele lembra. Segundo Maria, “os médicos sabem o que aconteceu dentro daquela sala”. Quando eles iam entubá-la, ela abriu os olhos. “Eu disse ‘não precisa porque eu tô ótima. Então eles me levaram até o CTI só para descansar”, explica.

Depois 11 meses e oito seções de quimioterapia, a pastora está totalmente restaurada. “Eu não senti nada, é como se eu tomasse água. Eu tomei as três quimios, a branca, a amarela e a vermelha e perdi todo o cabelo. E esse cabelo aqui é natural, esse é o cabelo do milagre”, ela comemora.

No final da entrevista, a pastora deixou uma mensagem de esperança. “Ele é o mesmo Deus de ontem, de hoje, e será eternamente. O mesmo milagre que Ele fez na minha vida, amado, Ele vai fazer na sua também (…) Creia, Ele é a nossa esperança”, concluiu.

Assista!

Cris Beloni é jornalista, teóloga e pesquisadora apaixonada pela Bíblia. Desenvolveu um trabalho de Jornalismo Investigativo Bíblico e é autora do livro Derrubando Mitos.

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