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Apoiadores evangélicos de Israel estão preocupados com saída de Netanyahu do poder

Mike Evans acusou os opositores do atual primeiro-ministro israelense de destruir a nação.

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Benjamin Netanyahu - Sebastian Scheiner
Benjamin Netanyahu (Foto: Sebastian Scheiner/AP)

Os aliados evangélicos  e os judeus que valorizam a aliança cristã estão preocupados com o futuro caso Benjamin Netanyahu seja forçado a deixar o cargo, uma forte possibilidade.

Joel Rosenberg, um judeu convertido ao cristianismo evangélico, disse no seu site All Israel News, que estava ouvindo expressões de ansiedade dos evangélicos:

“Nos últimos dias, recebi muitos e-mails e mensagens de texto preocupados de líderes evangélicos me perguntando o que está acontecendo, por que e quais seriam as implicações desse terremoto político”, escreveu Rosenberg esta semana.

O comunicado aconteceu depois que Naftali Bennett, um político de direita e Yair Lapid, um centrista, conseguiram formar uma coalizão que iria substituir o atual primeiro-ministro israelense, depois da quarta eleição sem decisão em dois anos

“Espero a sabedoria que Bibi teve quando se trata de respeitar e honrar essa comunidade, espero que outros líderes tenham essa sabedoria”, disse David Brog, o diretor fundador do Christians United for Israel, CUFI, que agora dirige um grupo profissional do campus de Israel, Força Tarefa Maccabee.

Mike Evans critica Bennett com xingamentos

Mas a maior angústia foi expressada pelo autor e fundador do Museu Amigos de Sião em Jerusalém, Mike Evans, que em uma carta repleta de palavrões disse para Bennett que ele se preocupava mais com seu próprio ego e com a sua amargura do que com o Estado de Israel.

Além disso, Evans acusou os oponentes de Netanyahu de “crucificar um homem que eles odeiam e estão dispostos a destruir a nação para isso”, em um discurso na plataforma do The Times of Israel.

Por outro lado, membros da comunidade evangélica criticam a postura de Evans. “Acho que a abordagem de Mike é infeliz, pois nós, como apoiadores americanos de Israel, em última análise, temos que respeitar e acatar qualquer decisão tomada pelo processo democrático de Israel”, disse Brog.

Igualmente o rabino Tuly Weisz, que dirige o site Israel 365, escreveu que: “Precisamos de uma nova maneira de fazer as coisas e precisamos começar a construir relacionamentos saudáveis ​​diretamente entre rabinos e pastores e entre cristãos pró-Israel e judeus pró-Israel”, segundo o The Times of Israel.

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