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Sociedade

Agenda LGBT tem sido impedida por movimentos cristãos

Relatório indica que países da América Central priorizam a vida e a família

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Na América Central, o crescimento do número de evangélicos tem impedido o avanço da agenda LGBT, de acordo com estudos recentes. “O crescente grupo tem deixado sua marca nos processos políticos de relevância nessa localização”, diz o relatório conhecido como América Central – uma região em dívida com a diversidade da população.

De acordo com o jornal La Republica, para os pesquisadores existe uma relação entre os poucos direitos conquistados pela comunidade LGBT com o crescimento de movimentos cristãos.

“A América Central está passando por um revés em termos de direitos LGBT. Uma das dinâmicas demográficas mais importantes para entender esse fenômeno é o crescimento da influência das igrejas evangélicas e de outros grupos religiosos na política e nas instituições dos países da região”, aponta o relatório.

Além disso, o documento destaca que a falta de desenvolvimento das instituições democráticas e dos sistemas políticos centro-americanos está diretamente ligada à falta de respeito e garantia dos direitos humanos das pessoas LGBT.

Na Guatemala, onde 41% dos habitantes são evangélicos, um projeto de identidade de gênero recebeu uma opinião negativa. Por outro lado, uma proposta para a proteção da vida e da família está pronta para ser endossada pelo governo.

Em Honduras, que conta com uma população evangélica de 39%, uma ação judicial visa eliminar um artigo na Constituição que impede casamentos do mesmo sexo. Em El Salvador, apesar do menor número de evangélicos (28%), a maioria das organizações no país rejeita o avanço da comunidade LGBT.



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