opinião

A fé na universidade

O emotivismo moral é a filosofia predominante nas universidades.

em

Jovem se formando na universidade. (Foto: Cole Keister / Unsplash)

Em tempos de doutrinação a níveis alarmantes – que ultrapassam o buraco negro do marxismo cultural (sim, existem ameaças mais evoluídas do que o marxismo), pensar sobre o contexto acadêmico é indispensável para o fortalecimento da apologética cristã.

O professor Guilherme de Carvalho percebe que estamos na era da revolução afetiva.

Hoje, o emotivismo moral é a filosofia predominante nas universidades: nossos jovens são treinados a perpetuar um sistema cultural comandado por processos de constituição identitária, subjetivismo e a psicopolítica: que é a captação de energia emocional através da empatia anárquica, ou seja, são induzidos a considerarem-se como vítimas de um sistema opressor, e são conduzidos a rebelar-se contra tal sistema, pensando apenas em seus próprios traumas e alimentando o prazer pessoal em detrimento do assassinato do bem comum.

Nesse sentido, a geração dos millenial’s é extremamente sentimental e utilizada para perpetuar mentiras gnósticas como a que dissemina a falsa ideia de que cristianismo e produção de conhecimento são coisas opostas. A essência original da construção das faculdades é predominantemente cristã.

É pelo interesse da cosmovisão cristã ser conhecida, que a Igreja sempre buscou promover educação, ensino de interpretação de texto e exploração da intelectualidade: a Igreja entende que as diversas áreas do conhecimento são expressões da glória de Deus, e por isso, está interessa no processo educacional. E é tal pensamento que constitui a raiz das universidades: a motivação cristã.

No vídeo de hoje, o professor Glauco Barreira – autor de livros como “Direto Natural, Protestantismo e Esfera Pública”, “A reforma protestante e o estado de direito”, “Teologia e imaginário na fé cristã” e outros – falará sobre o tema.

Trending

Sair da versão mobile