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Opinião

A carta de compromissos de uma ministra terrivelmente cristã

Por não perpetuar o planejamento progressista, a carta recebeu ataques.

Direito Religioso

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Damares. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O globalismo não é uma ameaça de teoria da conspiração. Basta olhar os projetos criados a nível internacional, que dão espaço à uma agenda progressista.

Figuras importantes dentro da dinâmica social são alvos fáceis para consolidar um plano de controle mundial.

Quando um país subscreve propostas que envolvem “direitos sexuais e reprodutivos” (vulgo: aborto), ideologia de gênero, feminismo e privilégios a determinadas militâncias, temos muito com o que se preocupar.

Entretanto, estamos diante de uma gestão presidencial oposta a esse sistema de política. Invés de estarmos a ser conduzidos por um viés de libertinagem sexual, agora apresentamos uma relação de obrigações amplamente vinculada com a dignidade da pessoa humana.

E é exatamente por esta oposição, que o governo Bolsonaro e a Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, foram alvos de mais um ataque: por não perpetuar o planejamento progressista, a carta de compromissos que foi levada à Organização das Nações Unidas gerou polêmicas.

Com um conteúdo inovador em relação ao posicionamento brasileiro na era PT, a carta disserta sobre medidas que interessam ao povo brasileiro, além de promover segurança política para mulheres, crianças e jovens.

Veja detalhes no vídeo desta semana:

Direito Religioso é um canal formado por Thiago Rafael Vieira, Presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião, pós-graduado em Direito do Estado pela UFRGS e Jean Marques Regina, 2º VP do Instituto Brasileiro de Direito e Religião, ambos advogados, professores e escritores, com pós-graduação em Direito Constitucional e Liberdade Religiosa pelo Mackenzie, com estudos pela Universidade de Oxford (Regent’s Park College) e pela Universidade de Coimbra e pós-graduandos em Teologia pela ULBRA.

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