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Sociedade

10 ações no STF pedem ideologia de gênero nas escolas

Ex-procurador, partidos políticos e entidades entraram com ações na Corte.

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Luís Roberto Barroso
Luís Roberto Barroso. (Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF/Fotos Públicas)

O Supremo Tribunal Federal já conta com ao menos 10 ações para liberar a ideologia de gênero nas escolas. Na semana passada, a Corte recebeu uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), de número 600, que questiona leis municipais que proíbem abordagens sobre gênero em sala de aula.

A partir da usurpação de competência do Supremo, que tem legislado no lugar do Congresso Nacional, o número de ações deste tipo têm crescido. O relator sorteado para a ADPF 600, o ministro Roberto Barroso, já suspendeu em decisão cautelar (provisória) dispositivos de leis municipais em duas outras ações.

Na prática, as ações buscam impor ensino sobre gênero nas escolas, abrindo caminho para o ensino da ideologia de gênero, uma deturpação do ensino sexual que busca afirmar que a sexualidade é uma construção social, sem ligação com o sexo biológico. As ações deixam apreensivos pais e autoridades.

O “pacote de ações” foi protocolado pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no STF, em junho de 2017, segundo a Gazeta do Povo. Outra parte é de autoria de partidos políticos, como PSOL e PCdoB, ou entidades privadas.

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